## RELATÓRIO ANUAL 2026 — Fundo Monetário Internacional

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### Visão geral e mandato
- O FMI presta apoio aos seus 191 países membros para alcançar ou sustentar a estabilidade macroeconômica e promover crescimento sustentável e prosperidade.
- O exercício financeiro do FMI referido abrange o período iniciado em 1º de maio de 2025 e findo em 30 de abril de 2026.
- Unidade de conta: direito especial de saque (DES).
  - Em 30 de abril de 2026, a taxa de câmbio DES/US$ era US$ 1 = DES 0,728854.
  - Em 30 de abril de 2026, a taxa de câmbio US$/DES era DES 1 = US$ 1,372020.

### Em foco: pressões fiscais globais
- Tendências e impactos:
  - A dívida pública global voltou a aumentar após uma breve queda em relação aos máximos históricos da pandemia.
  - Projeção pré-guerra: dívida no rumo de atingir níveis da época da Segunda Guerra Mundial até 2028 (situação referenciada antes do início da guerra no Oriente Médio).
  - Em três anos, os pagamentos de juros aumentaram praticamente 50%, de cerca de 2% para quase 3% do PIB.
- Recomendações e prioridades:
  - Subsídios discricionários à energia, quando necessários e havendo espaço fiscal, devem ser temporários e bem direcionados.
  - Rigorosa priorização fiscal no médio prazo, incluindo reformas permanentes das previdências públicas insustentáveis e redução de subsídios regressivos aos combustíveis.
  - Uso de análises de custo-benefício de projetos de investimento e orçamentos plurianuais para melhorar a eficiência do gasto público.
  - Mobilização de receitas para modernizar infraestrutura digital, educação e redes de proteção social, reforçando resiliência a choques (energia, comércio, desastres naturais).

### Em foco: inteligência artificial (IA) — implantação e riscos
- Impactos econômicos e investimentos:
  - Investimentos relacionados à IA contribuíram cerca de 0,5 ponto percentual para o crescimento do PIB dos Estados Unidos em 2025.
  - Alguns estudos externos estimam que investimentos em IA poderiam superar os US$ 2 trilhões em todo o mundo em 2026.
- Efeitos distributivos no mercado de trabalho:
  - Trabalhadores com habilidades relacionadas à IA ganham mais; cidades/regiões com mais desses empregos não necessariamente registram crescimento geral do emprego.
  - Beneficiários: trabalhadores com habilidades de IA e trabalhadores de baixa qualificação que atendem a rendas mais altas.
  - Mais expostos à automação: trabalhadores de qualificação média.
- Riscos financeiros e corporativos:
  - Risco de retorno ilusório de grandes investimentos em IA, potencialmente financiados por dívida, com risco de reversão das avaliações, destruição de riqueza e demissões.
  - Acordos de financiamento circular no ecossistema da IA aumentam riscos de contágio entre empresas.
- Ferramentas e resposta do FMI:
  - Conjunto de índices de IA do FMI (preparação nacional; preparação em termos de habilidades; desequilíbrio de qualificações) para avaliação dos pontos fortes e fracos dos países.
  - Assessoria personalizada em políticas estruturais, proteção contra riscos fiscais e de estabilidade financeira, e análise das implicações para produtividade, crescimento e inflação.

### Em foco: comércio e crescimento — resiliência em teste
- Evolução do comércio:
  - Volumes comerciais quase 5% maiores em 2025; comércio de bens relacionados à tecnologia manteve crescimento vigoroso.
  - Previsão de desaceleração do crescimento do comércio em 2026, agravada pelo choque da guerra no Oriente Médio.
- Efeitos do choque energético:
  - AIE identificou que a guerra e o fechamento do Estreito de Ormuz provocaram o maior corte já registrado no suprimento global de energia.
  - Possíveis danos duradouros à infraestrutura de exportação de energia podem limitar a oferta.
- Respostas e recomendações:
  - Buscar diversificação e aprofundamento do comércio e das fontes de suprimento para reforçar resiliência.
  - Promover quadros de política comercial previsíveis, transparentes e bem comunicados.
  - Em países com superávit externo (ex.: China), avanço rumo a crescimento impulsionado pelo consumo pode reduzir superávits; em países com déficit externo (ex.: Estados Unidos), consolidação fiscal confiável pode reduzir demanda por importações.

### Em foco: novas fronteiras para as finanças digitais
- Tendências e inovações:
  - Crescimento robusto das stablecoins e expansão do uso em pagamentos e remessas internacionais.
  - Tokenização (registro e transferência de ativos em registros digitais programáveis) em passos iniciais rumo à implantação comercial.
  - Desenvolvimento e progresso em CBDCs; exemplo: Banco Central Europeu concluiu fase de preparação para um euro digital em outubro de 2025.
- Riscos e considerações:
  - Stablecoins podem se tornar instáveis se ativos subjacentes perderem valor ou confiança; grandes resgates podem afetar mercados de títulos públicos.
  - Preocupações com estabilidade financeira, substituição monetária (dolarização) e integridade financeira.
  - Tokens podem acelerar demais as transações, causando "quedas repentinas" com volatilidade rápida demais para intervenção humana.
- Papel do FMI:
  - Defesa de quadros regulatórios globais coerentes, alinhados às recomendações do FMI, do Conselho de Estabilidade Financeira e do Banco de Compensações Internacionais.
  - Oferta de conhecimentos sobre gestão de volatilidade de fluxos de capital, preservação da capacidade de administrar taxas de câmbio e novos capítulos no manual virtual sobre CBDCs (incluindo tokenização das reservas).

### Supervisão econômica (atividades e números-chave)
- Atividades de supervisão:
  - Supervisão bilateral: consultas nos termos do Artigo IV (normalmente anuais).
  - FSAP: Programa de Avaliação do Setor Financeiro para jurisdições sistêmicas.
  - Supervisão multilateral: publicações semestrais/atualizações (World Economic Outlook, Global Financial Stability Report, Fiscal Monitor, External Sector Report).
- Números do exercício 2026:
  - 138 consultas nos termos do Artigo IV.
  - 11 avaliações da estabilidade do sistema financeiro no âmbito do FSAP.
  - Início do trabalho na Análise Exaustiva da Supervisão (CSR) e na Revisão do FSAP de 2026, com previsão de conclusão da CSR nas consultas nos termos do Artigo IV no exercício 2027.
- Publicações do corpo técnico:
  - 45 documentos elaborados pelo corpo técnico publicados no exercício 2026.

### Concessão de empréstimos — instrumentos, inovações e estatísticas
- Total de empréstimos aprovados por fonte e destaques:
  - Um total de US$ 40 bilhões para 18 países, sendo cerca de US$ 2 bilhões para nove países de baixa renda (informação destacada no quadro “Concessão de Empréstimos”).
- Financiamento do FMI por tipo:
  - Conta de Recursos Gerais (GRA): instrumentos não concessionais (SBA, EFF, FCL, PLL, SLL, RFI).
  - Fundo Fiduciário para a Redução da Pobreza e o Crescimento (PRGT): empréstimos concessionais para países de baixa renda.
  - Fundo Fiduciário para a Resiliência e Sustentabilidade (RST): RSF — financiamento acessível e de longo prazo para países de baixa renda, países de renda média vulneráveis e pequenos Estados.
- PRGT, RST e fundos fiduciários — pontos-chave:
  - Mecanismo de taxas de juros escalonadas em vigor desde 1º de maio de 2025 para compromissos do PRGT.
  - Quadro de distribuição da GRA: objetivo de facilitar geração de mais recursos de subsídios para o PRGT, no montante de DES 5,9 bilhões (em termos de valor atual de 2025) para permitir uma capacidade de empréstimo autossustentável anual de DES 2,7 bilhões.
  - Primeira distribuição do resultado da GRA para a IPAA: DES 1,38 bilhão em 1º de junho de 2025; segunda distribuição aprovada pela Diretoria Executiva em 28 de abril e ocorrida em 1º de junho de 2026 no montante de DES 1,38 bilhão.
  - Transferências trimestrais da renda de juros sobre os saldos da IPAA para a Conta de Reserva de Subsídios do PRGT começaram em 1º de agosto de 2025, totalizando DES 26,1 milhões até o fim do exercício 2026.
  - Em 30 de abril de 2026, 30 países membros tinham apresentado garantias correspondentes a 45,7% do montante acumulado máximo para distribuição (DES 6,9 bilhões) para o PRGT — mais da metade do limiar exigido de 90%.
- Adequação de recursos (março de 2026):
  - PRGT: recursos de subsídios continuam adequados, desde que a implementação das reformas de 2024 permaneça dentro do planeado.
  - Demanda adicional prevista para 2026 e 2027: média de DES 3 bilhões a DES 5 bilhões por ano.
  - Capacidade de empréstimo estimada do PRGT: faixa endossada de DES 2,5 bilhões a DES 3,0 bilhões.
  - RST: recursos para empréstimos devem ser suficientes para atender à demanda atual pelo menos até 2028; reservas brutas de cobertura permanecem acima do limite de 35% no cenário de referência.
  - CCRT (Fundo Fiduciário para Alívio e Contenção de Catástrofes): continua subfinanciado; nenhuma necessidade de financiamento desde a pandemia até a data da atualização.
- Iniciativas de normalização e limites de acesso:
  - Linha de Liquidez de Curto Prazo (SLL) será encerrada em abril de 2027 (conclusão em dezembro de 2025).
  - Limites cumulativos de acesso temporariamente elevados da RCF (durante a pandemia) — 150% e 183,33% da quota — mantidos até o fim de 2026 e reduzidos em etapas em 2027–2028 para níveis anteriores à pandemia.
  - Medida específica: países que acessaram o Guichê para Resposta a Choques Alimentares manterão até o fim de 2029 os 25% adicionais da quota incorporados aos seus limites cumulativos de acesso.
- Visão geral de empréstimos e aprovação no exercício:
  - Aprovações de cerca de DES 29 bilhões entre 1º de maio de 2025 e 30 de abril de 2026, com destaque para:
    - Um acordo EFF da GRA de DES 5,9 bilhões.
    - Um acordo ECF do PRGT de DES 455,7 milhões.
    - Três acordos preventivos na GRA: dois FCL (DES 18,9 bilhões) e um SBA (DES 128,8 milhões).
    - Desembolsos de financiamento emergencial via RFI da GRA: DES 456,8 milhões (dois países).
    - Suplementações e reforços de acordos em vigor: DES 309,6 milhões (PRGT ECF) e DES 1,1 bilhão (EFF).
    - Aprovação de RSF para cinco países totalizando cerca de DES 1,8 bilhão.
  - Estoque de compromissos não desembolsados e créditos pendentes em 30 de abril de 2026:
    - Conta de Recursos Gerais: cerca de DES 144 bilhões.
    - PRGT: cerca de DES 27 bilhões.
- Mapas e montantes regionais aprovados (em 30 de abril de 2026; montantes em milhões de DES):
  - África Subsariana: 877 M de DES (detalhamento por país: Burkina Faso RSF 90,30 M de DES; Chade ECF 455,70 M de DES; Libéria RSF 193,80 M de DES; Níger AUM ECF 79,00 M de DES; São Tomé e Príncipe AUM ECF 4,40 M de DES; Gâmbia RSF 46,70 M de DES; Cabo Verde AUM ECF 7,10 M de DES).
  - As Américas: 19.990,30 M de DES (ex.: México FCL 17.825,40 M de DES; Costa Rica FCL 1.108,20 M de DES; Equador AUM EFF 750,40 M de DES; Jamaica RFI 306,30 M de DES).
  - Oriente Médio e Ásia Central: 1.673,50 M de DES (ex.: Paquistão RSF 1.000,00 M de DES; Jordânia RSF 514,70 M de DES; Armênia SBA 128,80 M de DES; Somália AUM ECF 30,00 M de DES).
  - Europa: 5.935,30 M de DES (ex.: Ucrânia EFF 5.935,30 M de DES).
  - Ásia e Pacífico: 717,70 M de DES (ex.: Bangladesh AUM EFF 378,10 M de DES e AUM ECF 189,10 M de DES; Sri Lanka RFI 150,50 M de DES).

### Instrumentos financeiros — sumário de características e condições (selecionadas)
- Principais instrumentos GRA (não concessionais): SBA, EFF, FCL, PLL, SLL, RFI, com limites de acesso e encargos específicos (ex.: limites anuais e cumulativos, sobretaxas de 200 p.b. sobre montantes superiores a 300% da quota; comissões especificadas).
- Instrumentos concessional (PRGT): ECF, SCF, RCF — normas de acesso, taxas de juros e condições de reembolso detalhadas; novo regime de taxa de juros do PRGT em vigor desde 1º de maio de 2025 (estrutura escalonada com base no DESi e política de combinação).
- RSF (Linha de Crédito para a Resiliência e Sustentabilidade) — objetivo de financiamento de reformas relacionadas a choques climáticos e pandemias:
  - Políticas de acesso: norma de 75% da quota; limite de acesso cumulativo global de 150% da quota ou DES 1 bilhão (o que for menor).
  - Condições de financiamento: taxa de juros escalonada por grupo de países e condições de reembolso de 10½–20 anos.
  - Uso concomitante: exige aplicação concomitante de um programa de qualidade nas parcelas superiores de crédito.

### Desenvolvimento das capacidades — atividades, prioridades e resultados
- Objetivos e foco:
  - Fortalecer instituições (bancos centrais, ministérios das finanças, autoridades tributárias, institutos de estatística, órgãos de supervisão) por meio de assistência técnica prática, formação centrada nas políticas e aprendizagem entre pares.
  - Priorização para países de baixa renda, Estados frágeis/afetados por conflitos e países com programas do FMI.
- Recursos e escala:
  - US$ 400 milhões em assessoria técnica prática, formação e aprendizagem entre pares no exercício 2026.
  - 7 idiomas de formação propostos.
  - 23.010 participantes no programa de aprendizagem on-line.
  - 2.987 projetos de desenvolvimento das capacidades em curso (número parcial no trecho).
- Rede e modalidades:
  - 17 centros regionais de desenvolvimento das capacidades; consultores residentes de longo prazo; peritos de curto prazo; formação presencial, híbrida e on-line; cursos abertos e microaprendizagem.
  - Lançamento do Centro de Assistência Técnica para o Sudeste Europeu (SEETAC), a iniciar operações até janeiro de 2027, sediado em Roma, para apoiar os Balcãs Ocidentais e a Moldávia.
  - Mudança do Centro de Desenvolvimento das Capacidades China-FMI (CIDCC) para instalações compartilhadas com o Centro do FMI em Xangai.
- Inovações e produtos de formação:
  - Lançamento de um programa regional de capacitação para a América do Sul e México (programa-piloto em Assunção).
  - 13 novos cursos on-line lançados (quatro em inglês e nove em outros idiomas), total de 136 cursos oferecidos.
  - Mais de 75 novos vídeos de microaprendizagem sob demanda.
  - Novo programa de formação externa renovado em 2026 com percursos de aprendizagem ilustrativos e taxonomia de modalidades de formação.
- Exemplos regionais de centros e impactos:
  - CAPTAC-DR (América Central, Panamá e República Dominicana): inaugurado em maio de 2009; contribuiu para avanços em mobilização de receitas, gestão do tesouro, execução da política monetária, supervisão bancária e qualidade de dados macroeconômicos.
  - CARTAC (Caribe): 25 anos de operação; apoio em finanças públicas, administração tributária, estabilidade financeira, gestão da dívida e estatísticas; patrocinou mais de 100 estagiários no Caribe.

### Casos práticos de programas apoiados pelo FMI
- Armênia:
  - Média de 7% de crescimento do PIB real nos últimos três anos; SBA preventivo iniciado em 2022 e concluído em 2025; novo SBA preventivo de três anos com acesso a 100% da quota para sustentar políticas prudentes.
- México:
  - Primeiro país a solicitar FCL (2009); mantém fundamentos econômicos sólidos e histórico confiável de implementação de políticas; evitou uso da FCL e reduziu sistematicamente o nível de recursos disponíveis.
- Ruanda:
  - Instrumento de Coordenação das Políticas 2022–25 apoiou recuperação pós-pandemia; crescimento econômico de cerca de 7%; consolidação fiscal de cerca de 2% do PIB; RSF 2022–24 focada em reformas de longo prazo concluídas seis meses antes do previsto.

### A capacitação em números — Relatório Anual 2026, Fundo Monetário Internacional
- Recursos e alcance:
  - 1.655 peritos em apoio a 163 países membros do FMI.
  - 519 cursos ministrados.
  - 17.253 funcionários que receberam formação.
- Desenvolvimento das capacidades por região (Exercício 2026; Porcentagem do total):
  - África Subsaaariana: 36
  - Ásia e Pacífico: 21
  - Oriente Médio e Ásia Central: 17
  - As Américas: 11
  - Multirregional: 8
  - Europa: 7
- Desenvolvimento das capacidades por grupo de renda (Exercício 2026; Porcentagem do total):
  - Países em desenvolvimento de baixa renda: 50
  - Economias de mercados emergentes e de renda média: 47
  - Economias avançadas: 3
- Desenvolvimento das capacidades por tema (Exercício 2026; Porcentagem do total):
  - Finanças públicas: 48
  - Sistemas monetário e financeiro: 20
  - Quadros macroeconômicos: 15
  - Estatísticas: 11
  - Quadros jurídicos: 6
- Formação — participação por grupo de renda (Exercício 2026; número de participantes):
  - 5.764
  - 4.566
  - 3.069
  - 2.389
  - 1.465
  - 6.825
  - 725
  - 9.517
- Principais parceiros (contribuições em dólares dos Estados Unidos nos últimos cinco exercícios, EFs 2022–26; média anualizada) — os 10 principais:
  - 1. Japão
  - 2. União Europeia
  - 3. Arábia Saudita
  - 4. Suíça
  - 5. China
  - 6. Índia
  - 7. Kuwait
  - 8. Alemanha
  - 9. França
  - 10. Países Baixos
- Principais beneficiários das atividades de desenvolvimento das capacidades do FMI (EF 2026):
  - Beneficiários por volume de desenvolvimento das capacidades oferecido (em dólares dos Estados Unidos, EF 2026): 1. Ucrânia; 2. Sri Lanka; 3. República Democrática do Congo; 4. Gana; 5. Gâmbia; 6. China; 7. Uganda; 8. Libéria; 9. Quênia; 10. Uzbequistão.
  - Beneficiários por participação em cursos (em semanas de participação, EF 2026): 1. Indonésia; 2. Camarões; 3. Índia; 4. China; 5. Bangladesh; 6. Sri Lanka; 7. Quênia; 8. Uzbequistão; 9. Paquistão.

### Fundo para o Desenvolvimento das Capacidades da Ucrânia
- O Fundo para o Desenvolvimento das Capacidades da Ucrânia é listado entre os fundos temáticos e nacionais para as atividades de desenvolvimento das capacidades do FMI.
- Parceiros do fundo: Canadá, Finlândia, Irlanda, Japão, Letônia, Lituânia, Países Baixos, Polônia, República Eslovaca, Suíça, União Europeia.
- Referência temporal: informações relativas a parceiros representam acordos firmados, alocações aprovadas por doadores e rolagens de fase até 30 de abril de 2026.
- Quadro institucional e local de referência:
  - A inclusão do Fundo para o Desenvolvimento das Capacidades da Ucrânia consta no Quadro 2.4, intitulado "Fundos temáticos e fundos nacionais para as atividades de desenvolvimento das capacidades do FMI (Em 30 de abril de 2026)".
  - Fonte institucional: Instituto do FMI para o Desenvolvimento das Capacidades.
- Notas metodológicas e de origem dos dados:
  - Fontes citadas: Sistema de Acompanhamento dos Participantes e Candidatos do FMI; e cálculos do corpo técnico do FMI.
  - Nota técnica: "semanas de participação = número de participantes vezes a duração do curso."

*Relatório Anual 2026 do Fundo Monetário Internacional (atividades do exercício financeiro iniciado em 1º de maio de 2025 e findo em 30 de abril de 2026).*

### 2024. Agradecemos aos países membros que

### RELATÓRIO ANUAL 2026 — Fundo Monetário Internacional

### Visão geral e mandato
- O FMI presta apoio aos seus 191 países membros para alcançar ou sustentar a estabilidade macroeconômica e promover crescimento sustentável e prosperidade.
- O exercício financeiro do FMI referido abrange o período iniciado em 1º de maio de 2025 e findo em 30 de abril de 2026.
- Unidade de conta: direito especial de saque (DES). Em 30 de abril de 2026, a taxa de câmbio DES/US$ era US$ 1 = DES 0,728854 e a taxa de câmbio US$/DES era DES 1 = US$ 1,372020.

### Em foco: pressões fiscais globais
- A dívida pública global voltou a aumentar após uma breve queda em relação aos máximos históricos da pandemia.
- Projeção pré-guerra: dívida no rumo de atingir níveis da época da Segunda Guerra Mundial até 2028 (situação referenciada antes do início da guerra no Oriente Médio).
- Em três anos, os pagamentos de juros aumentaram praticamente 50%, de cerca de 2% para quase 3% do PIB.
- Recomendações e prioridades:
  - Subsídios discricionários à energia, quando necessários e havendo espaço fiscal, devem ser temporários e bem direcionados.
  - Rigorosa priorização fiscal no médio prazo, incluindo reformas permanentes das previdências públicas insustentáveis e redução de subsídios regressivos aos combustíveis.
  - Uso de análises de custo-benefício de projetos de investimento e orçamentos plurianuais para melhorar a eficiência do gasto público.
  - Mobilização de receitas para modernizar infraestrutura digital, educação e redes de proteção social, reforçando resiliência a choques (energia, comércio, desastres naturais).

### Em foco: inteligência artificial (IA) — implantação e riscos
- Impactos econômicos e investimentos:
  - Investimentos relacionados à IA contribuíram cerca de 0,5 ponto percentual para o crescimento do PIB dos Estados Unidos em 2025.
  - Alguns estudos externos estimam que investimentos em IA poderiam superar os US$ 2 trilhões em todo o mundo em 2026.
- Efeitos distributivos no mercado de trabalho:
  - Trabalhadores com habilidades relacionadas à IA ganham mais; cidades/regiões com mais desses empregos não necessariamente registram crescimento geral do emprego.
  - Beneficiários: trabalhadores com habilidades de IA e trabalhadores de baixa qualificação que atendem a rendas mais altas.
  - Mais expostos à automação: trabalhadores de qualificação média.
- Riscos financeiros e corporativos:
  - Risco de retorno ilusório de grandes investimentos em IA, potencialmente financiados por dívida, com risco de reversão das avaliações, destruição de riqueza e demissões.
  - Acordos de financiamento circular no ecossistema da IA aumentam riscos de contágio entre empresas.
- Ferramentas e resposta do FMI:
  - Conjunto de índices de IA do FMI (preparação nacional; preparação em termos de habilidades; desequilíbrio de qualificações) para avaliação dos pontos fortes e fracos dos países.
  - Assessoria personalizada em políticas estruturais, proteção contra riscos fiscais e de estabilidade financeira, e análise das implicações para produtividade, crescimento e inflação.

### Em foco: comércio e crescimento — resiliência em teste
- Evolução do comércio:
  - Volumes comerciais quase 5% maiores em 2025; comércio de bens relacionados à tecnologia manteve crescimento vigoroso.
  - Previsão de desaceleração do crescimento do comércio em 2026, agravada pelo choque da guerra no Oriente Médio.
- Efeitos do choque energético:
  - AIE identificou que a guerra e o fechamento do Estreito de Ormuz provocaram o maior corte já registrado no suprimento global de energia.
  - Possíveis danos duradouros à infraestrutura de exportação de energia podem limitar a oferta.
- Respostas e recomendações:
  - Buscar diversificação e aprofundamento do comércio e das fontes de suprimento para reforçar resiliência.
  - Promover quadros de política comercial previsíveis, transparentes e bem comunicados.
  - Em países com superávit externo (ex.: China), avanço rumo a crescimento impulsionado pelo consumo pode reduzir superávits; em países com déficit externo (ex.: Estados Unidos), consolidação fiscal confiável pode reduzir demanda por importações.

### Em foco: novas fronteiras para as finanças digitais
- Tendências e inovações:
  - Crescimento robusto das stablecoins e expansão do uso em pagamentos e remessas internacionais.
  - Tokenização (registro e transferência de ativos em registros digitais programáveis) em passos iniciais rumo à implantação comercial.
  - Desenvolvimento e progresso em CBDCs; exemplo: Banco Central Europeu concluiu fase de preparação para um euro digital em outubro de 2025.
- Riscos e considerações:
  - Stablecoins podem se tornar instáveis se ativos subjacentes perderem valor ou confiança; grandes resgates podem afetar mercados de títulos públicos.
  - Preocupações com estabilidade financeira, substituição monetária (dolarização) e integridade financeira.
  - Tokens podem acelerar demais as transações, causando "quedas repentinas" com volatilidade rápida demais para intervenção humana.
- Papel do FMI:
  - Defesa de quadros regulatórios globais coerentes, alinhados às recomendações do FMI, do Conselho de Estabilidade Financeira e do Banco de Compensações Internacionais.
  - Oferta de conhecimentos sobre gestão de volatilidade de fluxos de capital, preservação da capacidade de administrar taxas de câmbio e novos capítulos no manual virtual sobre CBDCs (incluindo tokenização das reservas).

### Supervisão econômica (atividades e números-chave)
- Atividades de supervisão:
  - Supervisão bilateral: consultas nos termos do Artigo IV (normalmente anuais).
  - FSAP: Programa de Avaliação do Setor Financeiro para jurisdições sistêmicas.
  - Supervisão multilateral: publicações semestrais/atualizações (World Economic Outlook, Global Financial Stability Report, Fiscal Monitor, External Sector Report).
- Números do exercício 2026:
  - 138 consultas nos termos do Artigo IV.
  - 11 avaliações da estabilidade do sistema financeiro no âmbito do FSAP.
  - Início do trabalho na Análise Exaustiva da Supervisão (CSR) e na Revisão do FSAP de 2026, com previsão de conclusão da CSR nas consultas nos termos do Artigo IV no exercício 2027.
- Publicações do corpo técnico:
  - 45 documentos elaborados pelo corpo técnico publicados no exercício 2026.

### Concessão de empréstimos — instrumentos, inovações e estatísticas
- Total de empréstimos aprovados por fonte e destaques:
  - Um total de US$ 40 bilhões para 18 países, sendo cerca de US$ 2 bilhões para nove países de baixa renda (informação destacada no quadro “Concessão de Empréstimos”).
  - Financiamento do FMI por tipo:
    - Conta de Recursos Gerais (GRA): instrumentos não concessionais (SBA, EFF, FCL, PLL, SLL, RFI).
    - Fundo Fiduciário para a Redução da Pobreza e o Crescimento (PRGT): empréstimos concessionais para países de baixa renda.
    - Fundo Fiduciário para a Resiliência e Sustentabilidade (RST): RSF — financiamento acessível e de longo prazo para países de baixa renda, países de renda média vulneráveis e pequenos Estados.
- PRGT, RST e fundos fiduciários — pontos-chave:
  - Mecanismo de taxas de juros escalonadas em vigor desde 1º de maio de 2025 para compromissos do PRGT.
  - Quadro de distribuição da GRA: objetivo de facilitar geração de mais recursos de subsídios para o PRGT, no montante de DES 5,9 bilhões (em termos de valor atual de 2025) para permitir uma capacidade de empréstimo autossustentável anual de DES 2,7 bilhões.
  - Primeira distribuição do resultado da GRA para a IPAA: DES 1,38 bilhão em 1º de junho de 2025; segunda distribuição aprovada pela Diretoria Executiva em 28 de abril e ocorrida em 1º de junho de 2026 no montante de DES 1,38 bilhão.
  - Transferências trimestrais da renda de juros sobre os saldos da IPAA para a Conta de Reserva de Subsídios do PRGT começaram em 1º de agosto de 2025, totalizando DES 26,1 milhões até o fim do exercício 2026.
  - Em 30 de abril de 2026, 30 países membros tinham apresentado garantias correspondentes a 45,7% do montante acumulado máximo para distribuição (DES 6,9 bilhões) para o PRGT — mais da metade do limiar exigido de 90%.
- Adequação de recursos (março de 2026):
  - PRGT: recursos de subsídios continuam adequados, desde que a implementação das reformas de 2024 permaneça dentro do planeado.
  - Demanda adicional prevista para 2026 e 2027: média de DES 3 bilhões a DES 5 bilhões por ano.
  - Capacidade de empréstimo estimada do PRGT: faixa endossada de DES 2,5 bilhões a DES 3,0 bilhões.
  - RST: recursos para empréstimos devem ser suficientes para atender à demanda atual pelo menos até 2028; reservas brutas de cobertura permanecem acima do limite de 35% no cenário de referência.
  - CCRT (Fundo Fiduciário para Alívio e Contenção de Catástrofes): continua subfinanciado; nenhuma necessidade de financiamento desde a pandemia até a data da atualização.
- Iniciativas de normalização e limites de acesso:
  - Linha de Liquidez de Curto Prazo (SLL) será encerrada em abril de 2027 (conclusão em dezembro de 2025).
  - Limites cumulativos de acesso temporariamente elevados da RCF (durante a pandemia) — 150% e 183,33% da quota — mantidos até o fim de 2026 e reduzidos em etapas em 2027–2028 para níveis anteriores à pandemia.
  - Medida específica: países que acessaram o Guichê para Resposta a Choques Alimentares manterão até o fim de 2029 os 25% adicionais da quota incorporados aos seus limites cumulativos de acesso.
- Visão geral de empréstimos e aprovação no exercício:
  - Aprovações de cerca de DES 29 bilhões entre 1º de maio de 2025 e 30 de abril de 2026, com destaque para:
    - Um acordo EFF da GRA de DES 5,9 bilhões.
    - Um acordo ECF do PRGT de DES 455,7 milhões.
    - Três acordos preventivos na GRA: dois FCL (DES 18,9 bilhões) e um SBA (DES 128,8 milhões).
    - Desembolsos de financiamento emergencial via RFI da GRA: DES 456,8 milhões (dois países).
    - Suplementações e reforços de acordos em vigor: DES 309,6 milhões (PRGT ECF) e DES 1,1 bilhão (EFF).
    - Aprovação de RSF para cinco países totalizando cerca de DES 1,8 bilhão.
  - Estoque de compromissos não desembolsados e créditos pendentes em 30 de abril de 2026:
    - Conta de Recursos Gerais: cerca de DES 144 bilhões.
    - PRGT: cerca de DES 27 bilhões.
- Mapas e montantes regionais aprovados (em 30 de abril de 2026; montantes em milhões de DES):
  - África Subsariana: 877 M de DES (detalhamento por país: Burkina Faso RSF 90,30 M de DES; Chade ECF 455,70 M de DES; Libéria RSF 193,80 M de DES; Níger AUM ECF 79,00 M de DES; São Tomé e Príncipe AUM ECF 4,40 M de DES; Gâmbia RSF 46,70 M de DES; Cabo Verde AUM ECF 7,10 M de DES).
  - As Américas: 19.990,30 M de DES (ex.: México FCL 17.825,40 M de DES; Costa Rica FCL 1.108,20 M de DES; Equador AUM EFF 750,40 M de DES; Jamaica RFI 306,30 M de DES).
  - Oriente Médio e Ásia Central: 1.673,50 M de DES (ex.: Paquistão RSF 1.000,00 M de DES; Jordânia RSF 514,70 M de DES; Armênia SBA 128,80 M de DES; Somália AUM ECF 30,00 M de DES).
  - Europa: 5.935,30 M de DES (ex.: Ucrânia EFF 5.935,30 M de DES).
  - Ásia e Pacífico: 717,70 M de DES (ex.: Bangladesh AUM EFF 378,10 M de DES e AUM ECF 189,10 M de DES; Sri Lanka RFI 150,50 M de DES).

### Instrumentos financeiros — sumário de características e condições (selecionadas)
- Principais instrumentos GRA (não concessionais): SBA, EFF, FCL, PLL, SLL, RFI, com limites de acesso e encargos específicos (ex.: limites anuais e cumulativos, sobretaxas de 200 p.b. sobre montantes superiores a 300% da quota; comissões especificadas).
- Instrumentos concessional (PRGT): ECF, SCF, RCF — normas de acesso, taxas de juros e condições de reembolso detalhadas; novo regime de taxa de juros do PRGT em vigor desde 1º de maio de 2025 (estrutura escalonada com base no DESi e política de combinação).
- RSF (Linha de Crédito para a Resiliência e Sustentabilidade) — objetivo de financiamento de reformas relacionadas a choques climáticos e pandemias:
  - Políticas de acesso: norma de 75% da quota; limite de acesso cumulativo global de 150% da quota ou DES 1 bilhão (o que for menor).
  - Condições de financiamento: taxa de juros escalonada por grupo de países e condições de reembolso de 10½–20 anos.
  - Uso concomitante: exige aplicação concomitante de um programa de qualidade nas parcelas superiores de crédito.

### Desenvolvimento das capacidades — atividades, prioridades e resultados
- Objetivos e foco:
  - Fortalecer instituições (bancos centrais, ministérios das finanças, autoridades tributárias, institutos de estatística, órgãos de supervisão) por meio de assistência técnica prática, formação centrada nas políticas e aprendizagem entre pares.
  - Priorização para países de baixa renda, Estados frágeis/afetados por conflitos e países com programas do FMI.
- Recursos e escala:
  - US$ 400 milhões em assessoria técnica prática, formação e aprendizagem entre pares no exercício 2026.
  - 7 idiomas de formação propostos.
  - 23.010 participantes no programa de aprendizagem on-line.
  - 2.987 projetos de desenvolvimento das capacidades em curso (número parcial no trecho).
- Rede e modalidades:
  - 17 centros regionais de desenvolvimento das capacidades; consultores residentes de longo prazo; peritos de curto prazo; formação presencial, híbrida e on-line; cursos abertos e microaprendizagem.
  - Lançamento do Centro de Assistência Técnica para o Sudeste Europeu (SEETAC), a iniciar operações até janeiro de 2027, sediado em Roma, para apoiar os Balcãs Ocidentais e a Moldávia.
  - Mudança do Centro de Desenvolvimento das Capacidades China-FMI (CIDCC) para instalações compartilhadas com o Centro do FMI em Xangai.
- Inovações e produtos de formação:
  - Lançamento de um programa regional de capacitação para a América do Sul e México (programa-piloto em Assunção).
  - 13 novos cursos on-line lançados (quatro em inglês e nove em outros idiomas), total de 136 cursos oferecidos.
  - Mais de 75 novos vídeos de microaprendizagem sob demanda.
  - Novo programa de formação externa renovado em 2026 com percursos de aprendizagem ilustrativos e taxonomia de modalidades de formação.
- Exemplos regionais de centros e impactos:
  - CAPTAC-DR (América Central, Panamá e República Dominicana): inaugurado em maio de 2009; contribuiu para avanços em mobilização de receitas, gestão do tesouro, execução da política monetária, supervisão bancária e qualidade de dados macroeconômicos.
  - CARTAC (Caribe): 25 anos de operação; apoio em finanças públicas, administração tributária, estabilidade financeira, gestão da dívida e estatísticas; patrocinou mais de 100 estagiários no Caribe.

### Casos práticos de programas apoiados pelo FMI
- Armênia:
  - Média de 7% de crescimento do PIB real nos últimos três anos; SBA preventivo iniciado em 2022 e concluído em 2025; novo SBA preventivo de três anos com acesso a 100% da quota para sustentar políticas prudentes.
- México:
  - Primeiro país a solicitar FCL (2009); mantém fundamentos econômicos sólidos e histórico confiável de implementação de políticas; evitou uso da FCL e reduziu sistematicamente o nível de recursos disponíveis.
- Ruanda:
  - Instrumento de Coordenação das Políticas 2022–25 apoiou recuperação pós-pandemia; crescimento econômico de cerca de 7%; consolidação fiscal de cerca de 2% do PIB; RSF 2022–24 focada em reformas de longo prazo concluídas seis meses antes do previsto.

*Relatório Anual 2026 do Fundo Monetário Internacional (atividades do exercício financeiro iniciado em 1º de maio de 2025 e findo em 30 de abril de 2026).*

### 1.655 peritos em apoio a

### A capacitação em números — Relatório Anual 2026, Fundo Monetário Internacional

### Recursos e alcance
- 1.655 peritos em apoio a 163 países membros do FMI.
- 519 cursos ministrados.
- 17.253 funcionários que receberam formação.

### Desenvolvimento das capacidades por região (Exercício 2026; Porcentagem do total)
- África Subsaaariana: 36
- Ásia e Pacífico: 21
- Oriente Médio e Ásia Central: 17
- As Américas: 11
- Multirregional: 8
- Europa: 7

### Desenvolvimento das capacidades por grupo de renda (Exercício 2026; Porcentagem do total)
- Países em desenvolvimento de baixa renda: 50
- Economias de mercados emergentes e de renda média: 47
- Economias avançadas: 3

### Desenvolvimento das capacidades por tema (Exercício 2026; Porcentagem do total)
- Finanças públicas: 48
- Sistemas monetário e financeiro: 20
- Quadros macroeconômicos: 15
- Estatísticas: 11
- Quadros jurídicos: 6

### Formação — participação por região e por grupo de renda (Exercício 2026; número de participantes)
- Participação por região de origem dos participantes (número de participantes): gráficos indicando participação de Ásia e Pacífico; África Subsaaariana; Oriente Médio e Ásia Central; As Américas; Europa (valores numéricos exatos apresentados em figura).
- Participação por grupo de renda (número de participantes): valores listados na fonte:
  - 5.764
  - 4.566
  - 3.069
  - 2.389
  - 1.465
  - 6.825
  - 725
  - 9.517

Nota: A maior parte da formação oferecida pelo FMI está centralizada no Programa de Formação do Instituto para o Desenvolvimento das Capacidades (ICD), incluindo cursos coordenados pelo ICD e ministrados pelo próprio ICD, por outros departamentos da sede do FMI, pelos centros regionais de desenvolvimento das capacidades do FMI, e por programas dirigidos a servidores públicos nacionais. A formação inclui também cursos on-line do FMI concluídos satisfatoriamente pelos servidores nacionais, bem como formações dos departamentos funcionais ou de parceiros externos nos centros regionais de desenvolvimento das capacidades fora do programa de formação do ICD.

### Principais parceiros (contribuições em dólares dos Estados Unidos nos últimos cinco exercícios, EFs 2022–26; média anualizada) — os 10 principais
- 1. Japão
- 2. União Europeia
- 3. Arábia Saudita
- 4. Suíça
- 5. China
- 6. Índia
- 7. Kuwait
- 8. Alemanha
- 9. França
- 10. Países Baixos

Nota: Baseado na média anualizada de acordos firmados dos EFs 2022–26, incluindo apoio a centros regionais de desenvolvimento das capacidades prestado diretamente pelos países anfitriões.

### Principais beneficiários das atividades de desenvolvimento das capacidades do FMI (EF 2026)
- Beneficiários por volume de desenvolvimento das capacidades oferecido (em dólares dos Estados Unidos, EF 2026):
  - 1. Ucrânia
  - 2. Sri Lanka
  - 3. República Democrática do Congo
  - 4. Gana
  - 5. Gâmbia
  - 6. China
  - 7. Uganda
  - 8. Libéria
  - 9. Quênia
  - 10. Uzbequistão
- Beneficiários por participação em cursos (em semanas de participação, EF 2026):
  - 1. Indonésia
  - 2. Camarões
  - 3. Índia
  - 4. China
  - 5. Bangladesh
  - 6. Sri Lanka
  - 7. Quênia
  - 8. Uzbequistão
  - 9. Paquistão

*Fonte: Relatório Anual 2026, Fundo Monetário Internacional.*

### 10. Ucrânia

### 10. Ucrânia

### Fundo para o Desenvolvimento das Capacidades da Ucrânia
- O Fundo para o Desenvolvimento das Capacidades da Ucrânia é listado entre os fundos temáticos e nacionais para as atividades de desenvolvimento das capacidades do FMI.
- Parceiros do fundo: Canadá, Finlândia, Irlanda, Japão, Letônia, Lituânia, Países Baixos, Polônia, República Eslovaca, Suíça, União Europeia.
- Referência temporal: informações relativas a parceiros representam acordos firmados, alocações aprovadas por doadores e rolagens de fase até 30 de abril de 2026.

### quadro institucional e local de referência
- A inclusão do Fundo para o Desenvolvimento das Capacidades da Ucrânia consta no Quadro 2.4, intitulado "Fundos temáticos e fundos nacionais para as atividades de desenvolvimento das capacidades do FMI (Em 30 de abril de 2026)".
- Fonte institucional: Instituto do FMI para o Desenvolvimento das Capacidades.

### Notas metodológicas e de origem dos dados
- Fontes citadas: Sistema de Acompanhamento dos Participantes e Candidatos do FMI; e cálculos do corpo técnico do FMI.
- Nota técnica: "semanas de participação = número de participantes vezes a duração do curso."

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_Source: https://www.imf.org/annual-report/2026/pdfs/portuguese-imf-annual-report-2026.pdf_
